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Bomba! Custos de Linhas de Apoio à Indústria, Defesa e IA Ainda São um Mistério

Banco de Fomento atrasa definição de custos para projetos de reindustrialização, defesa e IA. Entenda os impactos e prazos!
Bomba! Custos de Linhas de Apoio à Indústria, Defesa e IA Ainda São um Mistério
As condições finais para acesso às linhas de financiamento criadas pelo Banco Português de Fomento (BPF), através do Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC), ainda não foram estabelecidas. O objetivo é apoiar projetos de reindustrialização, defesa e inteligência artificial. Apesar do primeiro rascunho do protocolo estar nas mãos dos bancos desde o final do ano anterior, os detalhes ainda estão pendentes, conforme apurou o ECO. As novas linhas de apoio à reconstrução, destinadas a áreas afetadas por depressões, acabaram por colocar o IFIC em segundo plano. As empresas que utilizarem as linhas do IFIC terão um período de carência de dois anos. O crédito será concedido por dez anos, com amortizações mensais, trimestrais ou semestrais, em parcelas constantes e pós-pagas. Os apoios são concedidos sob o regime de minimis. As operações estarão isentas de outras taxas bancárias, mas as empresas arcarão com os custos relacionados à contratação do crédito, como impostos e outras despesas. Os bancos não poderão cobrar pelas garantias, exceto a comissão de garantia, conforme o protocolo preliminar. Os custos da linha, incluindo o spread e a comissão de garantia do Fundo de Contragarantia Mútua, que será calculada com base na garantia emitida, ainda não foram definidos. O atraso se deve à necessidade de lançar, em tempo recorde, duas novas linhas de crédito para auxiliar empresas afetadas por tempestades. Uma linha de um
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