O pré-candidato à presidência da República, Romeu Zema (Novo), indicou que pode propor alterações na legislação para ampliar as possibilidades de trabalho para jovens no Brasil, caso seja eleito. Atualmente, a idade mínima é 16 anos, com exceção para jovens aprendizes, a partir dos 14 anos. Ao abordar o tema, Zema usou o termo "criança" ao defender a medida, mas, após repercussão, passou a usar "adolescente". Ele relatou que, quando criança, ajudava o pai, e criticou a ideia de que jovens não podem trabalhar, defendendo que eles podem auxiliar em tarefas simples. Zema argumentou que a esquerda criou a noção de que o trabalho prejudica a criança, e citou exemplos de outros países. Após a declaração, a assessoria divulgou que Zema deseja oferecer "oportunidades de trabalho" para adolescentes, com proteção e sem atrapalhar a escola. Ele acredita que o trabalho digno forma caráter e disciplina, evitando que os jovens entrem no crime organizado. Cláudia Costin, ex-diretora global de educação do Banco Mundial, critica a proposta, seja para crianças ou adolescentes, afirmando que vai contra a Organização Internacional do Trabalho. Ela aponta problemas com adolescentes de 16 a 18 anos, que, por conta de limitações de horário, se matriculam em escolas noturnas. Costin defende aumentar o tempo que os jovens passam na escola, em vez de flexibilizar o trabalho. A Constituição Federal estabelece a idade mínima de 16 anos para o trabalho, com exceção
Zema Quer Mudar Lei Para Crianças Trabalharem: Polêmica e Reações
Romeu Zema defende mudanças na legislação trabalhista para jovens, gerando debates e críticas. Entenda a proposta e as reações.
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