O dólar apresentou uma queda acentuada em 18 de maio, revertendo parte dos ganhos da semana anterior e fechando abaixo de R$ 5,00. Apesar das incertezas geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã, as taxas dos títulos do Tesouro americano mostraram pouco fôlego, impulsionando a recuperação das moedas emergentes. O real liderou os ganhos, com investidores ajustando posições após o cenário eleitoral. A perspectiva de menos cortes na Selic, reforçada pelo Boletim Focus, desestimula apostas contra o real. Após operar acima de R$ 5,00, o dólar acelerou a queda, influenciado por declarações mais amenas de Donald Trump sobre o Irã. A moeda fechou em R$ 4,9985, com baixa de 1,37%. Em maio, o dólar sobe 0,92% frente ao real, após queda de 4,36% em abril. No ano, as perdas são de 8,94%. O petróleo operou em alta, mas recuou após declarações de Trump sobre negociações com o Irã. Trump cancelou ataques aéreos, mencionando negociações em andamento. Segundo Jacques Zylbergeld, do Banco Rendimento, a guerra diplomática entre Irã e EUA continuará. Bruno Shahini, da Nomad, ressalta que juros altos no Brasil sustentam o real. O índice DXY também recuava. O peso chileno teve ganhos frente ao dólar. O Boletim Focus elevou as projeções da Selic e IPCA em 2026.
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Correiobraziliense
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