Trinidad e Tobago reconheceu um vazamento de petróleo de um campo de extração local, após denúncias da Venezuela sobre a presença de petróleo bruto em suas costas. As relações entre os países estão tensas desde 2025. O vazamento foi detectado em 1º de maio de 2026, e o governo de Trinidad e Tobago autorizou o uso de dispersantes químicos. A Venezuela expressou preocupação sobre o impacto ambiental no Golfo de Paria e nas zonas costeiras, mencionando impactos em áreas marinhas, costas e comunidades pesqueiras. Em fevereiro de 2024, um vazamento em águas de Trinidad e Tobago também afetou as águas venezuelanas.