A apreensão de telemóveis de 15 agentes da esquadra do Rato revelou que os polícias foram avisados sobre a vigilância e a iminência de buscas, de acordo com a TVI/CNN Portugal. A informação confidencial, que violou o segredo de justiça, chegou a pelo menos um dos suspeitos, que então alertou outros sobre a operação, mencionando a procuradora Felismina Carvalho Franco, responsável pela investigação no DIAP de Lisboa. A fonte da fuga de informação, que comprometeu a operação surpresa, pode ter sido um colega da PSP ligado à investigação, permitindo aos agentes conhecerem previamente os locais das buscas e obter aconselhamento legal. A estação televisiva informou que alguns polícias chegaram a pedir baixa médica antes da operação. Os polícias detidos no caso de tortura e violência na esquadra do Rato, em Lisboa, conhecerão as medidas de coação na segunda-feira.
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