Começou no domingo, 10 de maio, o desembarque dos mais de cem passageiros do cruzeiro MV Hondius, afetado por um surto de hantavírus, nas Ilhas Canárias. A operação de resgate no porto de Granadilla de Abona deverá se estender até o dia seguinte, conforme autoridades espanholas. Os primeiros a desembarcar foram os 14 espanhóis a bordo, que foram recebidos por um avião militar espanhol e levados para um hospital em Madrid, onde ficaram em quarentena. Sem permissão para atracar, a embarcação permaneceu ancorada. O desembarque contou com uma lancha do porto para transportar passageiros até a terra e veículos militares para levá-los ao aeroporto de Tenerife Sul. Diversos países enviaram aviões para repatriar cidadãos de outras nacionalidades. Os passageiros só puderam deixar o navio quando seus aviões estiveram prontos para decolar. Para este domingo, estava previsto o desembarque de pessoas de várias nacionalidades, que seriam levadas à Holanda, além de cidadãos do Canadá, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos. O último voo de repatriação decolaria na segunda-feira à tarde, com destino à Austrália, levando outras seis pessoas de várias nacionalidades. A operação ocorreu em áreas isoladas do porto industrial de Granadilla e do aeroporto Tenerife Sul, sem contato com a população local, com o percurso de cerca de 10 quilômetros entre o porto e o aeroporto também isolado. Os 43 membros da tripulação permaneceram no navio, seguindo viagem na segunda-feira
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