Clavijo justificou a recusa em uma rede social: "Colaboração, sim. Solidariedade, também. Mas não a qualquer preço. Não sem relatórios e não colocando em perigo a segurança sanitária do povo". Oito casos de hantavírus foram confirmados no navio MV Hondius, e três pessoas morreram, segundo a Ansa. A mulher que motivou o rastreamento foi levada para Joanesburgo, na África do Sul, mas não resistiu. O MV Hondius saiu de Ushuaia, no extremo sul da Argentina, em 1º de abril e seguia rumo às Ilhas Canárias, na Espanha. A previsão é que os passageiros desembarquem no arquipélago, enquanto autoridades tentam esclarecer onde ocorreu a infecção inicial. A suspeita é de que os primeiros infectados tenham se contaminado antes do embarque, em território argentino. A transmissão ocorre principalmente pelo contato com aerossóis formados a partir de secreções de roedores silvestres. O contágio entre pessoas é incomum, mas pode ocorrer no subtipo Andes, associado ao surto.
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