Em uma assembleia geral na noite de terça-feira (12), o Sindicato dos Metroviários e Metroviárias de São Paulo decidiu cancelar a greve que poderia paralisar o metrô a partir de quarta-feira (13). A decisão veio após a aceitação da proposta apresentada pelo Metrô, por meio do TRT-2, que inclui um reajuste salarial de 4,47%. As linhas operadas pelo governo estadual (1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata) continuarão funcionando normalmente. As demais linhas, privatizadas ou sob responsabilidade da CPTM, não seriam afetadas. Durante a assembleia, foram discutidos os termos da proposta apresentada ao TRT, e os representantes sindicais criticaram a atual gestão do metrô. A greve ameaçava causar transtornos para milhões de passageiros que utilizam o sistema diariamente. A categoria reivindicava melhorias no plano de saúde e nas condições de trabalho, incluindo a realização de concursos públicos. O sindicato também cobrava o sistema de progressão salarial e a Participação nos Resultados. Além disso, o movimento se manifestava contra a privatização e concessão de linhas estatais, alegando que isso prejudica a segurança e a manutenção do sistema.