O governo dos Estados Unidos anunciou, na última sexta-feira (8), a retirada de aproximadamente 13,5 kg de urânio enriquecido da Venezuela. O material era remanescente de um reator de pesquisa conjunto, o RV-1, utilizado entre 1960 e 1991 para estudos em física, química e medicina nuclear. A operação de remoção foi dividida em três fases, contando com a colaboração de autoridades venezuelanas, especialistas do Reino Unido e da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão da ONU responsável pela regulamentação nuclear global.
As etapas da operação foram detalhadas: na Fase 1, especialistas armazenaram o material radioativo em um contêiner seguro. Na Fase 2, o material foi transportado por terra, sob escolta, percorrendo 160 km até um porto venezuelano. Na Fase 3, o urânio foi transferido para um navio britânico especializado, sendo levado aos EUA, com chegada no início de maio.
De acordo com o Tratado de Não Proliferação (TNP), supervisionado pela AIEA, o limite de urânio para fins pacíficos é de 20%. Qualquer quantidade acima disso é considerada ilegal. O material permaneceu armazenado na Venezuela por mais de três décadas, mesmo com pedidos internacionais para sua remoção. A operação foi concretizada este ano, após mudanças políticas na região e o aumento da urgência, em decorrência do ataque militar estadounidense que resultou na deposição do presidente venezuelano Nicolás Maduro, em janeiro. Além disso, o bombardeio
Urgente! EUA Retiram Urânio Enriquecido da Venezuela Após Anos de Tensão
Os Estados Unidos concluíram a remoção de urânio enriquecido da Venezuela, marcando o fim de uma saga de décadas. Entenda os detalhes e os impactos dessa operação.
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