A medida visa impedir que bancos ofereçam lucros altos sem ter como pagar. O objetivo é evitar que o mercado utilize a proteção do FGC para assumir riscos exagerados. O Conselho também aumentou a exigência de dinheiro em caixa para bancos médios e pequenos, que deverão comprovar capacidade para quitar dívidas de curto prazo durante crises financeiras. As mudanças ganharam força após a quebra do Banco Master em 2025, instituição que usava o FGC para atrair clientes, mas investia o dinheiro em títulos de difícil venda. O colapso do banco custou R$ 51,8 bilhões ao fundo garantidor, o que secou parte das reservas do FGC, que funciona como um seguro para depósitos de até R$ 250 mil. As novas regras do sistema financeiro serão implementadas gradualmente. As exigências sobre o fundo garantidor começam em junho de 2026, enquanto as metas de liquidez entrarão em vigor em 2027.
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Economia
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