O senador foi alvo de busca e apreensão, com a Polícia Federal cumprindo mandados em endereços ligados a Ciro Nogueira em Brasília e no Piauí na última quinta-feira. As investigações indicam que o senador teria recebido R$ 18 milhões em propina para defender os interesses do Banco Master, entre outros benefícios. Em nota, a defesa de Ciro Nogueira na época afirmou que "repudia qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar". Reiterou que o senador está "comprometido em contribuir com a Justiça, a fim de esclarecer que não teve qualquer participação em atividades ilícitas e nos fatos investigados, colocando-se à disposição para esclarecimentos". Suspeitas surgiram após análise de celulares apreendidos. Mensagens em aparelhos recolhidos pela PF nas fases anteriores da Compliance Zero — alguns deles pertencentes a Daniel Vorcaro, ex-dono do banco — indicaram o funcionamento do esquema.