O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, gerou repercussão ao declarar, em um evento na Flórida em 1º de maio de 2026, que os EUA poderiam "assumir" Cuba "quase imediatamente" após o fim da guerra contra o Irã. A declaração, vista por alguns como uma brincadeira, foi feita no mesmo dia em que os EUA intensificaram as sanções contra Cuba, que enfrenta dificuldades econômicas. Trump mencionou a origem cubana de um convidado para justificar sua fala, sugerindo uma ação rápida dos EUA na ilha. Ele chegou a simular uma situação em que um porta-aviões seria posicionado próximo à costa cubana, prevendo a rendição do país. As declarações ocorreram em meio a novas sanções americanas contra Cuba, focadas em bancos estrangeiros com ligações a Havana e setores estratégicos da economia cubana. As sanções se somam ao embargo econômico em vigor desde 1962 e a medidas recentes, como restrições ao fornecimento de petróleo. O governo cubano reagiu às medidas, com o chanceler Bruno Rodríguez criticando-as. Apesar da tensão, canais diplomáticos entre os países permanecem abertos.
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