Uma onda de calor no Sudeste Asiático está tornando os escritórios ainda mais quentes, enquanto os trabalhadores se adaptam às medidas de economia de energia impostas pelos governos devido à guerra no Irã. Muitos países impuseram controles de temperatura em locais de trabalho do governo, entre outras medidas para conservar energia. Com o fechamento prolongado do Estreito de Ormuz, o alívio não parece estar próximo, com partes da região enfrentando condições anormalmente quentes nos próximos meses. A Tailândia está entre os países mais afetados, com temperaturas acima de 40°C nas últimas semanas, levando o governo de Bangkok a emitir múltiplos alertas de calor "perigosos". Em março, o governo tailandês ordenou que os escritórios do setor público ajustassem os condicionadores de ar para 26°C-27°C. Pornpimol Sirimai, que trabalha no ministério da saúde, relatou dificuldades para respirar e a necessidade de comprar ventiladores elétricos. A cantina e até mesmo a loja de conveniência são mais frescas que o escritório, fazendo com que as pessoas se aglomerem nesses locais. O fenômeno El Niño pode piorar a situação no verão, com o Sudeste Asiático enfrentando uma "dupla ameaça", segundo Emi Gui, professora da Monash University na Malásia. El Niño pode recriar condições de calor extremo, aumentando a probabilidade de secas e inundações, ameaçando vidas e atividades agrícolas. Secas podem prejudicar plantações como arroz, óleo de palma
Trabalhadores no Sudeste Asiático Sofrem com Calor Extremo em Meio a Crise Energética!
Ondas de calor e medidas de economia de energia transformam escritórios em saunas, com governos lutando contra a crise. Descubra os impactos e as soluções!
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