O navio passou por inspeções sanitárias antes de parar em Tenerife. Um relatório do Ministério da Saúde concluiu que as condições de higiene são adequadas e descartou a presença de roedores no local. A transmissão do vírus dentro da embarcação é considerada improvável pelos especialistas. Como não há ratos a bordo, a principal forma de contágio da doença perde força. O cruzeiro saiu da costa de Cabo Verde na última quarta-feira (6) rumo à Espanha. A viagem ocorreu após a OMS (Organização Mundial da Saúde) e a União Europeia pedirem ao governo espanhol que coordenasse o resgate. Trinta tripulantes vão continuar no navio após a retirada dos passageiros. A embarcação seguirá para a Holanda, onde passará por um processo de desinfecção completa. Os passageiros só saem do navio quando os aviões de seus países chegam ao aeroporto. Holanda, Alemanha, Bélgica e Grécia formam o segundo grupo de resgate, seguidos por Turquia, França, Reino Unido e Estados Unidos.