O mercado brasileiro de soja encerrou abril com preços estáveis e baixa atividade. Produtores focaram na colheita e adotaram postura cautelosa. Os preços tiveram pequenos ajustes positivos em algumas regiões. Em Chicago, os contratos futuros da soja subiram, impulsionados pela alta do petróleo e recuperação da demanda americana. A produção robusta no Brasil e a safra cheia na Argentina, juntamente com as boas perspectivas para plantio nos EUA, mantêm a oferta global alta. O câmbio desfavorável, com o dólar abaixo de R$ 5,00, reduziu a competitividade da soja brasileira. Para maio, o mercado deve acompanhar o câmbio, a demanda global e a comercialização no Brasil, com produtores aguardando melhores oportunidades. A ampla oferta global continua limitando altas significativas nos preços.
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