As exportações da Bahia registraram uma queda de 13,5% em abril de 2026, totalizando US$ 855,1 milhões. Essa diminuição foi influenciada pela redução de 26,3% no volume de mercadorias embarcadas, embora os preços médios tenham subido 17,3%. A análise da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), aponta que a alta nos preços das commodities foi impulsionada pela instabilidade global, especialmente no Oriente Médio. O ouro, segunda maior exportação, manteve seu valor, mas o volume total exportado caiu devido a fatores específicos:
* Petróleo e derivados (-89,4%): Parada para manutenção na Acelen.
* Celulose (-17,6%): Impacto da valorização do real e paradas técnicas.
* Café (-59,5%): Influência da sazonalidade.
* Minerais (-86,8%): Ausência de embarques de minério de ferro e níquel.
Em contrapartida, a agropecuária cresceu 9,2% (US$ 33,1 milhões) com a safra de soja. As importações baianas aumentaram pelo terceiro mês consecutivo, alcançando US$ 930,9 milhões (crescimento de 17,1%), com destaque para bens de consumo, que saltaram de US$ 10,3 milhões em abril de 2025 para US$ 266,9 milhões em abril de 2026, impulsionados pela importação de carros elétricos chineses. Analistas indicam uma antecipação do mercado antes da retomada da tributação para veículos elétricos, prevista para julho.
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