A Ordem dos Advogados do Brasil, seção Pará (OAB-PA), criticou a desembargadora Eva do Amaral Coelho por comparar o corte de penduricalhos a um regime de escravidão. A OAB-PA reconheceu a trajetória da magistrada, mas classificou a fala como "infeliz", destacando a importância de combater o trabalho análogo à escravidão. A instituição alega que a fala da desembargadora pode dar a impressão de que os magistrados estão descolados da realidade financeira da maioria dos brasileiros. A fala ocorreu após o Supremo Tribunal Federal (STF) impor limites ao pagamento de penduricalhos.