No último sábado (25), autoridades do Sri Lanka realizaram a prisão de 22 monges budistas no Aeroporto Internacional Bandaranaike, em Colombo, após encontrarem 110kg de maconha em suas bagagens. Os monges, que eram em sua maioria estudantes, haviam retornado de uma viagem de quatro dias à Tailândia, cuja estadia foi bancada por um patrocinador anônimo. Cada um dos religiosos estava transportando aproximadamente cinco quilos de kush, uma variedade mais potente da droga, que foi descoberta oculta em compartimentos disfarçados nas malas, misturada a materiais escolares e doces.
Durante a investigação, a polícia prendeu um 23º monge em um subúrbio da capital, que é suspeito de ter coordenado a viagem. Ele alegou para os outros monges que a carga se tratava de uma “doação” e que uma van os aguardaria. Além disso, o Departamento de Narcóticos da polícia encontrou imagens e vídeos nos celulares de alguns monges, onde eles apareciam se divertindo e usando roupas casuais. A polícia afirmou que acreditava que os monges poderiam não estar cientes do que estavam transportando. Após a audiência no tribunal no domingo (26), os 22 monges permaneceram sob custódia por sete dias para investigações adicionais.
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