A discussão sobre a proposta que visa acabar com a escala de trabalho 6x1 e reduzir a jornada semanal para 40 horas ganhou um novo capítulo com a manifestação do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República. Ele criticou a possibilidade de compensações financeiras a empresas para a aprovação da medida, argumentando que isso seria comparável a um “bolsa patrão”. A discussão ocorre em audiência pública, refletindo a tensão entre trabalhadores e empresários. A proposta busca garantir dois dias de descanso por semana, estabelecendo a escala 5x2. O ministro argumenta que a redução da jornada não deveria gerar compensações financeiras, citando um estudo do Ipea que aponta impacto econômico semelhante ao de um aumento do salário mínimo. Ele ressaltou que seria paradoxal o trabalhador financiar, através de impostos, uma compensação às empresas. Rick Azevedo, fundador do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), compartilhou sua experiência com a escala 6x1.
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