Apesar de anunciar cerca de R$ 144 bilhões em medidas de estímulo, o governo Lula não conseguiu melhorar sua popularidade. Uma pesquisa de abril mostrou que 52% desaprovam o governo, o pior índice do mandato. O governo tem acelerado os anúncios, em meio ao crescimento do pré-candidato Flávio Bolsonaro e à baixa aprovação de Lula. As medidas, somando-se desde março, incluem expansão de crédito, renegociação de dívidas, saques do FGTS, subsídios e desonerações. Só em linhas de crédito para pessoas físicas foram R$ 76,2 bilhões. O Desenrola Brasil 2.0, nova rodada de renegociação de débitos, também foi lançada. O pacote também inclui reforço a programas habitacionais, crédito para caminhoneiros, estudantes e microempreendedores, além de subsídios e renúncias fiscais para conter a alta dos combustíveis. O governo também está elaborando medidas para pessoas com dívidas, trabalhadores informais, taxistas e motoristas de aplicativos.
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