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Líderes Europeus Desembarcam na Armênia: Moscou Observa com Desconfiança

Armênia se aproxima da Europa enquanto a Rússia observa. Cúpulas históricas marcam um ponto de virada nas relações geopolíticas.
Líderes Europeus Desembarcam na Armênia: Moscou Observa com Desconfiança
Líderes europeus convergem na Armênia, com a Rússia observando atentamente. A nação, outrora aliada próxima de Moscou no sul do Cáucaso, sedia duas cúpulas sem precedentes. A importância simbólica para este país de menos de três milhões de habitantes é imensa. A Armênia faz parte da União Econômica Eurasiática, liderada pelo presidente russo Vladimir Putin, e abriga uma base militar russa. Na segunda-feira, mais de 30 líderes europeus e o primeiro-ministro canadense participaram de uma cúpula da Comunidade Política Europeia (EPC) em Yerevan, a capital. Na terça-feira, ocorreu a primeira cúpula bilateral UE-Armênia, com a presença da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do presidente do Conselho Europeu, António Costa. A Armênia depende fortemente da Rússia para obter recursos energéticos. Ela compra gás russo a uma taxa preferencial, conforme Putin fez questão de ressaltar quando o primeiro-ministro Nikol Pashinyan visitou Moscou em 1º de abril. A Rússia vende gás para a Armênia por US$ 177,50 (130,30 libras) por 1.000 metros cúbicos, observou Putin, enquanto na Europa o custo é de US$ 600 (440,40 libras). "A diferença é grande, é significativa", disse o presidente russo. Como um país tão ligado à órbita da Rússia acabou recebendo a maioria dos líderes europeus? O ponto de virada foi a guerra de 2023 da Armênia com o vizinho Azerbaijão. Quando o Azerbaijão lançou uma operação militar para completar a tomada
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