O autor expressa preferência pela participação da Itália na Copa do Mundo, mesmo que isso signifique a exclusão do Irã. Ele argumenta que a FIFA deveria impedir a participação de países sob regimes ditatoriais em competições esportivas. Além disso, o texto destaca a importância da Itália no futebol, com seus quatro títulos mundiais, em contraste com o Irã, considerado insignificante. O autor critica ditaduras como Cuba, Venezuela, Rússia, China e Irã, que, segundo ele, oprimem seus povos. Ele menciona a queda de Maduro na Venezuela como um exemplo de mudança positiva. O texto também aborda a ausência da Itália nas últimas Copas e a necessidade de punir as ditaduras, com foco na liberdade individual. O autor relata suas experiências no mundo árabe e critica a obrigatoriedade do uso de vestimentas tradicionais, defendendo o respeito às leis dos países de destino. Ele questiona a postura do presidente da FIFA, Gianni Infantino, e pede a entrada da Itália na Copa de 2026, com críticas ao Irã e à possibilidade de mudança da sede dos jogos para o México.
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