O presidente do conselho de administração do Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), Carlos Pinto Lopes, avalia o impacto do incêndio de 2024. Ele destaca que o incidente revelou fragilidades no edifício, mas também a dedicação dos profissionais. O incêndio, que obrigou à transferência de pacientes, acelerou reformas e evidenciou a necessidade de melhorias. Dois anos após o ocorrido, o hospital açoriano está mais preparado para lidar com situações de exceção, reforçando a integração entre os cuidados hospitalares e comunitários. Medidas foram implementadas, incluindo uma reforma na gestão e um modelo de planeamento participativo. Carlos Pinto Lopes ressalta a resiliência da instituição e o compromisso dos profissionais. O futuro do HDES envolve a renovação, com tecnologia de ponta, inovação e inteligência artificial, buscando um hospital de excelência para os açorianos. Os profissionais estão envolvidos no processo de reorganização.