O chefe do comando unificado das Forças Armadas do Irã, Ali Abdollah, afirmou que responderá a qualquer ameaça no Estreito de Ormuz. Em comunicado, o militar orientou petroleiros e navios comerciais a evitar contato com forças estrangeiras. Abdollah afirmou que a segurança do Estreito de Ormuz está sob controle iraniano e que qualquer passagem segura deve ser coordenada com as forças armadas. Ele alertou que forças estrangeiras, especialmente o exército dos EUA, seriam atacadas caso tentassem entrar no estreito. A declaração veio em resposta ao presidente dos EUA, Donald Trump, que anunciou a operação “Projeto Liberdade”, visando libertar navios de países prejudicados pelo conflito. Trump afirmou que os EUA guiariam os navios com segurança. O Centro de Operações Marítimas do Reino Unido classificou a situação no Estreito de Ormuz como “crítica”. Marinheiros foram aconselhados a coordenar rotas pelas águas de Omã. O Estreito de Ormuz, rota de cerca de 20% do petróleo mundial, tornou-se alvo de conflitos após uma operação coordenada entre EUA e Israel contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro. O tráfego de navios foi remodelado, com bloqueios de portos iranianos e pressão sobre a economia global. O controle da região é um dos principais impasses nas negociações entre os países.
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