Observadores de armas identificaram um sistema a laser chinês em Dubai, Emirados Árabes Unidos, capaz de derrubar drones. Israel, por sua vez, emprestou o sistema Iron Beam aos Emirados e busca vender armas a laser dos EUA. Os Emirados também colaboram com empresas europeias e americanas para desenvolver suas próprias armas a laser. Omã e Catar também demonstram interesse em adquirir essa tecnologia. Jared Keller, ex-repórter de defesa, destaca a crescente aceleração no desenvolvimento global de armas a laser, com os Emirados Árabes Unidos emergindo como um mercado chave. A tecnologia, antes vista como ficção científica, está se tornando comum em conflitos reais, impulsionada pela guerra com o Irã.