Em Seul, uma mulher com 29 semanas de gravidez foi transportada de helicóptero a 280 km de distância para Busan em 1º de maio, após seis hospitais próximos se recusarem a admiti-la, resultando na morte do feto, conforme autoridades. A mulher foi inicialmente atendida em uma clínica de obstetrícia em Cheongju, província de North Gyeongsang, devido a sangramento. A clínica ligou para o número de emergência 119 por volta das 23h, após a queda da frequência cardíaca fetal. Seis hospitais recusaram a transferência, citando a falta de especialistas, entre outros motivos. Um helicóptero a levou para o Hospital da Universidade Donga em Busan cerca de 3 horas e meia após a ligação inicial. O feto já havia morrido quando a mãe chegou ao hospital. Ela está em condição estável. Ambulâncias sul-coreanas não podem transportar pacientes para emergências sem a aprovação do hospital de destino. As recusas têm se tornado mais frequentes nos últimos anos, devido à escassez crônica de pessoal e ao medo de processos criminais por parte da equipe médica caso um paciente morra sob seus cuidados. Médicos na Coreia do Sul são processados por negligência médica em taxas mais altas do que em outros países desenvolvidos, segundo estudos. Em fevereiro, uma mulher grávida de 28 semanas em Daegu, com sinais de trabalho de parto prematuro, foi rejeitada por sete hospitais locais antes de ser transferida para um hospital perto de Seul, a mais de 230 km de distância. Ela
Grave: Grávida perde bebê após ser rejeitada por 6 hospitais na Coreia do Sul!
Uma mulher grávida de 29 semanas perdeu o bebê após ser recusada por seis hospitais na Coreia do Sul. Falta de especialistas e medo de processos judiciais agravam a situação.
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