“Pedir empréstimo agora é crime?”, dizem os comentários de direitistas indignados nos portais diante da notícia que Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República, pediu financiamento para o filme sobre seu pai a ser gravado nos Estados Unidos. Coisa pouca, cerca de R$ 134 milhões para quem estava comprando metade da República para fazer de seu banco particular um polo industrial de fraude financeira. Não precisa consultar a constituição: pedir empréstimo é um direito do cidadão. Mas conversar com Daniel Vorcaro, protagonista do escândalo de corrupção do momento, antes que ele fosse para a cadeia trocando além de juras de amor eterno e lealdade, mensagens sobre um filme chapa-branca em memória do pai é no mínimo esquisito, não é? 'Apesar de você ter dado a liberdade de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando. É porque está em um momento muito decisivo aqui do filme e, como tem muita parcela para trás, cara, está todo mundo tenso e fico preocupado com o efeito contrário com o que a gente sonhou para o filme', disse Flávio no áudio enviado em setembro de 2025. Tudo isso enquanto o governador bolsonarista Ibanêis Rocha e outros parceiros quebravam a linha da razoabilidade e mandavam o Banco Regional de Brasília, ligado ao governo do Distrito Federal, comprar a instituiçao de Vorcaro com todos os defeitos (e rombos) precificados. Em se tratando de um homem envolvido em corrupção e outro que pretende ser presidente
Flávio Bolsonaro e Vorcaro: A Relação Secreta por Trás do Filme de Jair Bolsonaro
Flávio Bolsonaro pediu financiamento para um filme sobre seu pai, levantando suspeitas sobre a relação com Daniel Vorcaro, envolvido em escândalos de corrupção.
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