O Centro de Estudos e Debates Estratégicos (Cedes) da Câmara dos Deputados promoveu uma conferência com o acadêmico dinamarquês Björn Lomborg. O debate focou em como governos podem 'fazer mais com menos', usando a análise de custo-benefício para priorizar investimentos com maior retorno social. Lomborg questionou se o investimento em mudanças climáticas é a forma mais eficaz de melhorar o bem-estar humano, embora reconheça o aquecimento global. Ele comparou o impacto de desastres naturais em diferentes contextos econômicos, argumentando que o investimento em crescimento econômico gera prosperidade e resistência. Lomborg apresentou dados, sugerindo que as políticas atuais de emissões líquidas zero até 2050 podem custar US$ 27 trilhões anualmente para um benefício de US$ 4,5 trilhões. Ele destacou educação e saúde como investimentos de alto retorno. Na educação, intervenções como pedagogia estruturada e softwares educativos poderiam trazer um benefício social de R$ 65 para cada real investido. Na saúde, políticas simples, como a ressuscitação neonatal, poderiam salvar milhares de vidas a baixo custo. Durante o evento, o discurso de Lomborg foi questionado sobre sua aplicabilidade no Brasil, onde desastres ambientais causam urgência humanitária. Outra divergência surgiu sobre o valor do bem-estar de outras espécies. Lomborg respondeu que a vida humana deve ser a preocupação central. Representantes da Câmara e especialistas enfatizaram a importância
Especialista Choca ao Propor Análise de Custo-Benefício para Saúde e Educação: O Que Está em Jogo?
Björn Lomborg sugere priorizar investimentos com maior retorno social. Entenda a polêmica sobre mudanças climáticas e o futuro.
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