O deputado federal Otoni de Paula, ex-aliado de Bolsonaro, tem criticado abertamente a política fluminense, acusando a família Bolsonaro de responsabilidade na crise do Rio de Janeiro. Em entrevista, ele descreve o estado como um 'narcoestado', com autoridades envolvidas com facções criminosas. Otoni critica a operação policial que resultou em mais de 100 mortes, vendo-a como 'teatro' para encobrir a corrupção. Ele declara apoio ao ex-prefeito Eduardo Paes, do PSD, e critica a família Bolsonaro por apoiar governadores corruptos, incluindo Wilson Witzel e Cláudio Castro. Otoni também defende a intervenção federal no Rio de Janeiro. Em relação à política nacional, Otoni apoia Ronaldo Caiado, mas discorda da promessa de anistia a Jair Bolsonaro. Ele também comenta sobre o papel da igreja no combate à violência contra a mulher, defendendo que pastores abordem o tema em suas pregações. Otoni critica a agenda progressista identitária e a equiparação da misoginia ao racismo, mas apoia o feminismo que luta pelos direitos das mulheres. Ele acredita que o governo Lula é perdulário na economia, mas reconhece sua política social. O deputado também ironiza a reaproximação de Flávio Bolsonaro com a igreja evangélica em ano eleitoral, questionando sua ausência anterior. Otoni reitera que a família Bolsonaro 'só apresenta ladrão' nas eleições do Rio.
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Correiobraziliense
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