Paolo Zampolli, assessor de Donald Trump, propôs ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, que a Itália substituísse o Irã na Copa do Mundo de 2026. Zampolli argumentou que os quatro títulos mundiais da Itália justificariam a mudança, apesar da não classificação da equipe. Próximo a Trump, Zampolli afirmou ter apresentado Melania ao presidente e foi casado com a modelo brasileira Amanda Úngaro. Segundo o New York Times, Zampolli teria usado seus laços com a Casa Branca para prejudicar a ex-esposa em uma disputa pela custódia do filho. Após a separação, Ungaro se mudou para a Flórida e se casou com um médico brasileiro, sendo ambos presos por fraude e exercício ilegal da medicina. Ungaro foi deportada em outubro de 2025. Zampolli negou ter pedido favores ao ICE, embora tenha conversado com um funcionário para entender o caso. O Departamento de Segurança Interna negou qualquer interferência externa no processo de deportação, afirmando que Ungaro foi deportada por infrações imigratórias e acusações criminais. A FIFA não respondeu sobre a sugestão de Zampolli. O Irã, desde o início da guerra, teve sua participação em dúvida. O ministro dos Esportes do Irã declarou que o país não participaria da Copa de 2026, mas Trump também se manifestou, dizendo que não seria apropriado. Apesar dos conflitos, a FIFA manteve o apoio à presença do Irã, e o presidente Infantino afirmou que o Irã estará na Copa. A desistência de uma nação seria inédita
Escândalo na FIFA: Enviado de Trump, Ex de Brasileira Deportada, e a Polêmica da Copa do Mundo
Um enviado de Trump sugeriu trocar o Irã pela Itália na Copa de 2026. A ex-esposa do enviado foi deportada após envolvimento em escândalo nos EUA.
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