O deputado estadual Emídio de Souza (PT), relator do processo contra Lucas Bove (PL) no Conselho de Ética da Alesp, recomendou suspensão de 30 dias ao invés da cassação por violência política de gênero. A punição se deu após uma discussão com a deputada Mônica Seixas (PSol). Emídio de Souza considerou procedente a representação da deputada, reconhecendo a gravidade da conduta e sua incompatibilidade com o decoro parlamentar. O relator justificou a suspensão como uma forma de reprimir a conduta inadequada e reafirmar os limites do exercício parlamentar. O Conselho de Ética da Alesp votará o parecer e decidirá sobre a suspensão de Bove na próxima quarta-feira. Bove também responde a processos por violência doméstica e descumprimento de medidas protetivas de sua ex-esposa, Cintia Chagas. Bove afirmou que a denúncia é parte de uma perseguição política.
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