O ministro Nunes Marques enfatizou a neutralidade institucional da Justiça Eleitoral em seu discurso, ressaltando que o objetivo é assegurar que os cidadãos possam exercer seu direito de voto livremente, sem fraudes ou constrangimentos. Responsável por conduzir as eleições de 2026, Marques afirmou que o TSE agirá firmemente diante de ameaças ao processo democrático, mas sempre dentro dos limites do Estado de Direito, defendendo a liberdade de expressão. Ele alertou sobre os riscos da inteligência artificial (IA) nas eleições, apesar de seu potencial benéfico, e destacou a importância de combater a desinformação. O ministro ressaltou que as campanhas eleitorais se desenvolvem cada vez mais no ambiente digital, tornando crucial a transparência e a fiscalização. Nunes Marques sucede a ministra Cármen Lúcia, que presidiu o tribunal durante as eleições municipais de 2024. A composição do TSE é definida pela Constituição, com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), além de representantes da classe dos juristas. Nunes Marques e André Mendonça, indicados por Jair Bolsonaro, assumiram posições no STF e, posteriormente, no TSE, onde desempenham papéis importantes na organização e fiscalização das eleições. Marques foi relator das resoluções que regulamentarão as eleições de 2026.
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