Cuba emitiu um alerta severo sobre um possível “banho de sangue” caso os Estados Unidos decidam invadir a ilha, em 18 de março. A declaração surge em meio ao aumento das tensões, com o Departamento do Tesouro dos EUA impondo sanções à principal agência de inteligência cubana e seus líderes. O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, reafirmou o direito de Cuba à autodefesa, um dia após relatos de que Havana adquiriu mais de 300 drones militares da Rússia e do Irã, possivelmente para uso contra uma base americana em Guantánamo. Essa informação alimentou especulações sobre uma possível ação militar dos EUA para derrubar o governo cubano. Díaz-Canel afirmou que Cuba se defenderá de qualquer ataque, e que uma intervenção militar resultaria em consequências incalculáveis. O embaixador cubano na ONU, Ernesto Soberón, negou qualquer intenção de ataque a Washington, acusando os EUA de criar um pretexto para justificar uma ação militar.