O Hospital Manoel de Abreu, em Bauru, enfrenta superlotação, com quase 30 pacientes ocupando leitos mesmo após receberem alta médica. A situação é resultado da falta de acolhimento familiar ou assistência social adequada, classificada como "alta social". Em 2025, eram 13 pacientes nessa condição, mas o número mais que dobrou. O hospital, que atende pelo SUS, é referência para internações de longa permanência e pacientes com tuberculose e dependência química. A permanência prolongada dos pacientes impacta a disponibilidade de leitos na rede pública de saúde. Em 10 de maio de 2026, 79 pessoas aguardavam por uma vaga de internação.