Em uma sessão plenária, cinco indicações para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foram aprovadas. Os novos conselheiros, que atuarão no biênio 2026-2028, já haviam sido avaliados na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Ilan Presser, indicado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), recebeu 61 votos favoráveis, 4 contrários e uma abstenção. Sua indicação foi relatada pelo senador Eduardo Braga. Presser tem graduação e mestrado em direito pela Universidade de São Paulo (USP). Ele já foi procurador da Fazenda Nacional, juiz federal substituto em tribunais regionais federais, e atualmente atua em Palmas. Além disso, é secretário-geral da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam).
Andréa Cunha Esmeraldo, também indicada pelo STJ, teve 60 votos favoráveis, 5 contrários e uma abstenção. Nascida no Rio de Janeiro, é desembargadora federal do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) desde 2022. Iniciou sua carreira como juíza substituta em 1997.
A ministra Kátia Magalhães Arruda, indicada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), recebeu 62 votos favoráveis e 6 contrários. A senadora Eliziane Gama relatou a indicação. Arruda é ministra do TST desde 2008 e tem vasta experiência na área.
Paulo Regis Machado Botelho, desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região, foi aprovado com 61 votos favoráveis. Sua indicação foi relatada pelo senador Marcelo Castro. Botelho é formado em direito
CNJ Bombando! Entenda as Novas Nomes Aprovados para o Conselho
Saiba quem são os novos conselheiros do CNJ, aprovados em plenário, e o que isso significa para o Judiciário brasileiro. Detalhes sobre Ilan Presser, Andréa Cunha Esmeraldo e outros.
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