Os Emirados Árabes Unidos anunciaram nesta terça-feira (28) que deixarão a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e a Opep+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados) para focar em "interesses nacionais". O anúncio pegou de surpresa o mercado em meio à disparada dos preços de energia por conta da guerra no Oriente Médio. Nesta terça, após o anúncio, o valor do barril Brent disparou mais de 4% e chegou a US$ 105,81, maior quantia desde 23 de abril. Os Emirados Árabes Unidos são um dos maiores produtores de petróleo do mundo, resistiam às cotas de produção da Opep e deixarão o grupo a partir desta sexta-feira (1º), segundo comunicado divulgado pela agência de notícias oficial WAM. "Esta decisão reflete a visão estratégica e econômica de longo prazo dos EAU e seu perfil energético em evolução", disse o comunicado. "Durante nosso tempo na organização, fizemos contribuições significativas e sacrifícios ainda maiores em benefício de todos. No entanto, chegou a hora de concentrar nossos esforços no que nosso interesse nacional determina", indicou o governo. Os embarques de petróleo do golfo Pérsico estão atualmente sendo estrangulados pelo bloqueio iraniano do estreito de Hormuz, que passa pelos Emirados Árabes e normalmente transporta um quinto do petróleo mundial. Os Emirados Árabes foram duramente atingidos por ataques iranianos durante a guerra e também enfrentaram problemas em seu relacionamento com
Choque no Mercado: Emirados Árabes Deixam a Opep e Preços do Petróleo Disparam!
Entenda a decisão chocante dos Emirados Árabes Unidos de deixar a Opep e Opep+, impactando os preços do petróleo em meio à crise no Oriente Médio. O que isso significa para o futuro?
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