Meses após o fim da "Operação Midway Blitz" de Donald Trump em Chicago, as feridas permanecem abertas para aqueles que testemunharam a campanha de imigração agressiva. A dor foi evidente em depoimentos emocionantes, detalhando interações violentas com agentes federais mascarados, incluindo prisões e uso de gás lacrimogêneo. A mãe de Katie Abraham, vítima de um atropelamento por um imigrante sem documentos em janeiro de 2025, falou na audiência da Comissão de Responsabilidade de Illinois. A comissão investiga as ações de agentes federais em Chicago no outono passado. A administração Trump alegou que a operação foi nomeada em homenagem a Katie, mas sua mãe, Denise Lorence, afirmou que Katie não concordaria com isso, acusando o governo de usar o nome da filha para encobrir táticas perturbadoras. A comissão, criada pelo governador JB Pritzker em outubro, busca responsabilizar os agentes federais e coletar evidências. A vice-presidente da comissão, Patricia Brown Holmes, descreveu o trabalho como um "acerto de contas", construindo um registro de evidências para o público julgar. As audiências de dois dias revelaram detalhes dos incidentes, incluindo uma invasão em um prédio em South Shore e confrontos em Little Village, Lake View, Old Irving Park e Evanston. Jennifer Moriarty, residente de Evanston, testemunhou ter sido agarrada pelo pescoço e jogada no chão por um agente ao tentar filmar as consequências de um acidente. Ela e outros detidos foram
Choque em Chicago: Comissão Revela Abusos Federais em Operação 'Midway Blitz'
Testemunhos chocantes expõem violência e táticas agressivas de agentes federais em Chicago, com relatos de prisões, uso de gás lacrimogêneo e o uso do nome de uma vítima para justificar a operação.
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