A polícia reconstruiu os eventos que levaram ao desaparecimento de Silvana de Aguiar e seus pais, Isail Vieira de Aguiar e Dalmira Germann de Aguiar, no Rio Grande do Sul. Silvana desapareceu em 24 de janeiro, seguida por seus pais no dia seguinte. A polícia, após analisar um inquérito de 20 mil páginas e 10 terabytes de dados, concluiu que as vítimas foram mortas. Imagens de câmeras de segurança revelaram um carro Volkswagen Fox vermelho entrando na casa de Silvana em 24 de janeiro. O celular de Cristiano, ex-marido de Silvana e principal suspeito, se conectou ao Wi-Fi da casa naquele momento. O carro deixou a casa pouco depois. Mais tarde, um Ford Ka branco, pertencente a Silvana, chegou ao local. À noite, o Fox vermelho retornou, e os celulares de Silvana e Cristiano se conectaram ao Wi-Fi, indicando que estavam juntos. A polícia acredita que Silvana foi morta por Cristiano na residência. O Fox deixou a casa, e os celulares se desconectaram do Wi-Fi. Na madrugada, um ponto de acesso de dados móveis foi criado no celular de Silvana, e o celular de Cristiano se conectou a ele.