Servidores do Bloco Cirúrgico do Hospital João XXIII realizaram uma paralisação para denunciar casos de assédio moral, perseguição e ameaças por parte da gestão do hospital. A mobilização foi levada à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), onde a situação foi exposta. Os trabalhadores afirmam que estão a ser pressionados e ameaçados, com relatos de cirurgias adiadas devido a ordens da chefia. A situação agravou-se após o fechamento do Hospital Maria Amélia Lins, causando sobrecarga de trabalho no João XXIII. Os servidores relatam perseguições, incluindo remoção do setor e punições. Os servidores já haviam realizado protestos e confirmaram a paralisação. As principais reivindicações são o fim do assédio moral, avaliação de desempenho com critérios objetivos e o retorno de uma trabalhadora removida do setor. A denúncia foi encaminhada ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) e ao Ministério Público.
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