Durante a votação do reajuste salarial dos servidores públicos de São Paulo na Câmara Municipal, vereadores se envolveram em uma discussão acalorada. O clima esquentou entre parlamentares de direita e esquerda. Uma das discussões envolveu a vereadora Amanda Vettorazzo com vereadores do PSOL. Houve confusão na galeria entre agentes da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e integrantes de sindicatos. O vereador Toninho Vespoli protestou contra os trabalhadores terem sido chamados de termos ofensivos. A vereadora Silvia da banca feminista criticou a ação da GCM. A vereadora Keite Lima afirmou que a Câmara não pode ser palco para autoritarismo e barbárie. Amanda Vettorazzo também se posicionou sobre a confusão. Em meio à sessão turbulenta, a Câmara aprovou o reajuste salarial de 3,51% para os servidores, com 35 votos a favor e 16 contra. O texto segue para sanção do prefeito Ricardo Nunes. O pagamento será feito em duas parcelas, a partir de maio de 2026 e maio de 2027. A reportagem entrou em contato com a Câmara Municipal, mas não obteve resposta.