O cabeleireiro Eduardo Ferrari, que foi atacado por uma cliente, irá prestar depoimento na Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo. Os advogados de Ferrari confirmaram a informação, reiterando que buscarão justiça e que crimes de ódio não fiquem impunes. A defesa de Ferrari sustenta que o crime foi tipificado de forma equivocada como lesão corporal simples, argumentando que se trata de tentativa de homicídio qualificado e homofobia. Ferrari criticou o tratamento dado pelas autoridades e relatou que a ocorrência não foi tratada como tentativa de assassinato por não ter parentes influentes. Após o ocorrido, Ferrari expressou a sensação de que a homofobia parece aceitável no Brasil.
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