O Brasil, com a segunda maior reserva de terras raras, atrai o interesse global. A negociação da mineradora norte-americana USA Rare Earth para adquirir a brasileira Serra Verde, avaliada em US$ 2,8 bilhões, é um marco. A mina Pela Ema, da Serra Verde, é única por produzir quatro elementos de terras raras magnéticos em grande escala fora da Ásia. A produção comercial começou em 2024 e visa 6.500 toneladas anuais até 2027. Esses elementos são cruciais para veículos elétricos, turbinas eólicas e outros produtos. O BTG destaca o Brasil como player crescente nesse mercado, citando Aclara, Viridis e Meteoric. O S&P ressalta a importância de fontes não chinesas para os EUA. O Brasil busca regulamentação para a exploração, com foco na industrialização. A ADL Mineração exportou monazita para o Canadá, marcando o retorno da exportação privada. O ministro Márcio Elias Rosa defende regras claras e industrialização. O deputado Arnaldo Jardim adiou a divulgação de seu relatório sobre o tema. O governo não pretende criar uma estatal para lidar com o assunto. As terras raras, compostas por 17 elementos químicos, são matérias-primas para indústrias estratégicas. O Brasil possui 23% das reservas mundiais. A extração e o refino ainda são limitados, com a China dominando o mercado. Países ocidentais buscam construir seus próprios setores. Adelina Lee, da ADL Mineração, destaca o Brasil como parceiro estratégico. A capacidade de execução, incluindo
Brasil na Mira: EUA e Mundo Disputam Terras Raras, Entenda a Corrida!
Brasil se torna peça-chave na exploração de terras raras. Entenda o interesse global e a disputa por esses minerais estratégicos.
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