A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro entrou com um pedido de revisão criminal no Supremo Tribunal Federal (STF) para anular a condenação a 27 anos e 3 meses de prisão no caso da suposta trama golpista. Os advogados argumentam que houve "erro judiciário" na condenação. A defesa alega que a condenação deve ser revista devido a um erro grave. A Primeira Turma da Corte, composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, foi responsável pela condenação. A revisão criminal será julgada pela Segunda Turma, que inclui André Mendonça e Nunes Marques, indicados por Bolsonaro, além de Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Fux. A defesa contesta a forma como o processo foi conduzido, argumentando que Bolsonaro, por ser ex-presidente, deveria ter sido julgado pelo plenário do STF, e não pela Primeira Turma. A defesa também questiona a validade da delação do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, e a falta de acesso integral às provas. No mérito, a defesa nega a participação de Bolsonaro nos atos de 8 de janeiro de 2023 e em qualquer plano de golpe de Estado. Bolsonaro foi condenado por cinco crimes, incluindo organização criminosa armada e tentativa de golpe.
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