O artigo critica o pensamento conservador brasileiro, que, segundo o autor, se opõe ao progresso social e econômico do país. O texto cita a frase de Jair Bolsonaro sobre a escolha entre direitos e emprego, e argumenta que a direita brasileira bloqueia qualquer iniciativa que possa melhorar as condições de vida das massas. O artigo menciona a oposição a políticas como escola pública, ensino em tempo integral e saneamento básico, acusando-as de serem caras ou inflacionárias. O autor critica a influência de economistas formados pela tradição de Eugênio Gudin e da Escola de Chicago. A direita é acusada de combater o progresso em todas as suas dimensões, incluindo a autonomia brasileira na exploração de petróleo e a instituição do salário mínimo. O texto também critica a resistência à revisão da escala 6x1. O artigo cita Eugênio Gudin, ex-ministro da Fazenda e defensor da ditadura militar, como um exemplo da resistência da direita. O autor argumenta que Gudin e outros conservadores se opuseram à Petrobras e à exploração de petróleo, defendendo a compra de combustíveis no mercado internacional. O artigo destaca o sucesso da Petrobras e a importância do petróleo para a economia brasileira. O autor também menciona a resistência à introdução do 13º salário e ao fim da escala 6x1. O artigo conclui com um apelo para que a esquerda avance e impeça o retorno da barbárie.
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Brasil247
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