O Zoológico da Flórida Central informou que estabeleceu uma área de quarentena e avaliou os animais recém-chegados. Segundo a instituição, a equipe veterinária especializada examinou os animais, muitos dos quais estavam desidratados e abaixo do peso, com alguns em estado crítico. O zoológico afirmou que todas as preguiças parecem estáveis e apresentam sinais de melhora. A Sloth Conservation Foundation declarou que os animais não devem ser soltos na natureza, dependendo agora de cuidados humanos. A fundação explicou que muitos animais estavam debilitados, com riscos significativos associados ao transporte e origens desconhecidas, criando riscos genéticos para as populações selvagens. Ben Agresta, proprietário do Sloth World, negou que as mortes fossem devido à falta de estrutura, atribuindo-as a um vírus. Ele afirmou que as preguiças que morreram tinham um vírus com poucos sintomas, indetectável mesmo após a necropsia.
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Esta matéria foi adaptada e reescrita pela equipe editorial do TudoAquiUSA
com base em reportagem publicada em
UOL
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