Débora Maria da Silva, fundadora do movimento Mães de Maio, clama por justiça 20 anos após a execução de seu filho, Edson Rogério, em meio aos ataques do PCC em maio de 2006. Ela transformou a dor do luto em uma luta constante, denunciando a violência estatal, principalmente a perpetrada pela Polícia Militar contra jovens negros e moradores de periferias. A busca por justiça é incessante, evidenciando a persistência e a força de uma mãe em face da perda e da impunidade.