O 13 de maio, data da abolição da escravidão no Brasil, é um marco histórico que exige reflexão sobre as condições da população negra após a abolição. Embora a Lei Áurea tenha libertado formalmente milhões de pessoas, a igualdade social e econômica ainda é uma luta constante. Em Mato Grosso, a presença negra é fundamental na formação do estado, com aproximadamente 2,4 milhões de pessoas que se autodeclaram negras. Reconhecer essa história é crucial, e ações como a lei que reconhece as religiões de matriz africana e afro-brasileira como patrimônio cultural são passos importantes. A implementação de ações afirmativas na educação, como a reserva de vagas para negros, indígenas e quilombolas, visa corrigir desigualdades históricas. O autor, professor e membro de instituições culturais, enfatiza que a educação é essencial para combater as desigualdades, e que políticas públicas devem sair da intenção e alcançar a vida das pessoas. O 13 de maio deve ser um ponto de partida para a construção de um estado mais justo, democrático e consciente de sua história, buscando a reparação das desigualdades deixadas pela escravidão.
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