A UGT anunciou que não participará da reunião sobre o pacote laboral convocada pela ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, nesta quarta-feira. A central sindical justificou a ausência por "questões de agenda" e classificou a convocatória como "extemporânea". Em comunicado, a UGT explicou que já havia informado o governo sobre sua indisponibilidade para a data proposta, mostrando-se aberta a outras datas. A central sindical considera que a convocação foi precipitada, sem que datas e ordens de trabalho fossem acordadas com os outros interlocutores. A UGT criticou a falta de discussão sobre suas propostas, consolidadas no documento 'Trabalho com Direitos XXI', entregue em fevereiro. A central sindical apresentou "linhas vermelhas" sobre temas como banco de horas, contratos a termo, despedimentos e 'outsourcing'. Entre as propostas da UGT está a revisão do conceito de dependência económica para trabalhadores independentes, mantendo o limite de 50% do rendimento anual. A UGT também defende a redução da semana de trabalho para quatro dias, sem perda salarial, para trabalhadores com filhos até 12 anos ou com deficiência. Propõe também a fixação de 25 dias úteis de férias, com possibilidade de redução em caso de faltas injustificadas. Em matéria de despedimentos coletivos, a UGT quer o restabelecimento das compensações anteriores à troika. Na reunião, além da ministra, deveriam estar presentes representantes da CIP, CCP, CAP, CTP e UGT. A CGTP
URGENTE: UGT Bate o Pé e Fica de Fora da Reunião Crucial Sobre Pacote Laboral!
Central sindical critica convocatória 'extemporânea' e alega questões de agenda. Propostas da UGT não foram sequer discutidas.
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