No calor do carnaval carioca, ambulantes que trabalham nos blocos enfrentam dificuldades, especialmente as mães que levam seus filhos para acompanhar o trabalho. A venda de bebidas e outros produtos é essencial para a renda, mas a falta de apoio para as crianças é um problema. Taís Aparecida Epifânio Lopes, moradora da favela do Arará, é um exemplo. Ela leva a filha de 4 anos para trabalhar nos blocos da Zona Sul, pois não tem com quem deixá-la. Lílian Conceição Santos, que trabalha no centro da cidade, também enfrenta o desafio de cuidar de três filhos e sobrinhos durante o dia. As condições de trabalho são precárias, com banheiros improvisados e falta de estrutura. O carnaval, que movimenta bilhões na economia, é crucial para a renda dos ambulantes. O Movimento de Mulheres Ambulantes Elas por Elas Providência luta por melhores condições, cobrando espaços de convivência para crianças e mães. Apesar de algumas iniciativas, como um espaço noturno para crianças perto da Sapucaí, a demanda por apoio é grande. Luna Cristina Vitória, que vende churrasquinho, aprova o espaço para as crianças, onde elas têm atividades e conforto. Lílian Conceição lamenta a distância do espaço em relação ao seu local de trabalho. As mães ambulantes sentem que seu trabalho é essencial, mas recebem pouco apoio. Caroline Alves da Silva, liderança do movimento, destaca a invisibilidade e a falta de políticas públicas e proteção. O vereador Leniel Borel também
Carnaval Solidário: Mães Ambulantes Clamam por Apoio para Crianças em Meio à Folia!
Espaços de apoio funcionam apenas à noite, deixando mães e filhos em situação precária. Movimento exige mais atenção e recursos.
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